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 Casa de Cultura ganha status de ‘Museu Histórico de Contagem’ - Edição N°459

O casarão localizado na rua do Registro, nº 1, no Centro Histórico de Contagem, onde hoje funciona a Casa de Cultura "Nair Mendes Moreira", ostenta a riqueza da arquitetura e história da cidade. Este imóvel, que já foi Casa do Registro, onde se instalou o posto fiscal da Coroa Portuguesa no início do século XVIII, para controlar a entrada e saída do ouro, foi, também, residência de Domingos José Diniz Costa Belém, seu primeiro proprietário conforme documentos históricos e, agora, é museu.

O prédio que tem sua estrutura erguida desde 1716 e passa a se chamar "Casa de Cultura 'Nair Mendes' - Museu Histórico de Contagem", terá a oportunidade de escrever mais um capítulo da história do município, ou melhor, carregá-la, uma vez que desde 2006, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan, lançou o cadastramento nacional de museu, a direção da Casa de Cultura, ao ter conhecimento do programa, estudou as exigências para sua classificação e encaminhou todo material para o órgão, recebendo, então, o título.

Transformação
Um museu deve possuir uma série de requisitos, como personalidade jurídica própria ou ligada a outra instituição jurídica, ser aberto ao público e promover a divulgação de seu acervo para a sociedade. De acordo com diretor de patrimônio e memória da Casa de Cultura "Nair Mendes", Anderson Cunha Santos, desde quando a Casa de Cultura foi aberta ao público, em 1991, a preocupação em preservar o patrimônio mostrou-se compensadora, quando o local se torna museu, preenchendo um espaço que faltava na cidade. "Todos requisitos exigidos pelo Iphan foram cumpridos, como a existência de acervos de fotos, livros, documentos, produção de conhecimento, oportunidades de lazer e a utilização do patrimônio como recurso educacional, turístico e de inclusão social. E quem ganha com isso é a própria cidade", explicou Anderson.

Por isso, ele acredita que a busca do conhecimento e da interação entre população e história, eleva o novo espaço a uma posição de principal mediador do histórico do município. Mas, para o projeto ser completo e atingir os contagenses, a antiga “Casa do Registro" precisa ter sua estrutura revitalizada, com nova iluminação, sistema climático e, até mesmo, uma sinalização condizente. "Afinal, o nome do museu precisa ser divulgado - Casa de Cultura "Nair Mendes" - Museu Histórico de Contagem”, afirma.

Recursos
Ressaltando o empenho e a dedicação de todos os funcionários da instituição, que ajudaram na aprovação e reconhecimento do Iphan, Anderson coloca que, longe de descansar, agora começa uma nova batalha para conseguir, junto ao Instituto, os recursos para estruturar e ambientar o novo museu e, paralelamente, sensibilizar a sociedade da importância de um museu em seu perímetro. "O museu só tem significado na medida em que a cidade e a sociedade entendem sua função", assinala o diretor que espera, a partir da implantação do museu, que haja uma aceitação maior de pertencimento por parte da população de Contagem, que é um do mosaico cultural.

Registros
Em trechos do livro "Belo Horizonte - Memória Histórica e Descritiva", do historiador Abílio Barreto, estão fatos e comentários sobre o "Registro" instalado em Contagem, no início do século XVIII: "Como ficou dito, em Abóboras existia um registro para a contagem das reses a serem exportadas e para o pagamento das taxas do rei, as quais durante algum tempo foram de uma oitava de ouro por cabeça e, mais tarde, duas oitavas e meia".

Para Anderson, "com a nova transformação da residência, passando a ser museu e, se os registros da história permitisse alteração, poderíamos incluir no texto de Abílio Barreto, que a antiga casa do Registro, não apenas cobrou imposto e serviu de abrigo para tropeiros, mas também guarda o bem mais valioso de qualquer povo ou nação, a sua própria História", finalizou.





 
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