Primo do goleiro do Flamengo foi trazido do Rio de Janeiro e deve ser acareado com os demais suspeitos da morte de Eliza
O menor de 17 anos, primo de Bruno, presta depoimento neste momento no Juizado de Infância e Juventude de Contagem, na Praça Silviano Brandão, nas próximidades do Fórum daquele município.
Ele chegou em Belo Horizonte em sigilo, trazido por agentes socioeducativos da Justiça do Rio de Janeiro, e foi levado para o Centro de Internação Provisória (CIP) Dom Bosco, no Horto. De lá, ele foi conduzido para o Juizado da Infância, onde é ouvido pelo promotor Leonardo Barreto Alves. O juiz Elias Chabil Abdul Elias acompanha o depoimento.
Ex-advogado revela que Bruno estaria gastando R$ 1 milhão na defesa
O goleiro do Flamengo Bruno Fernandes de Souza estaria gastando R$ 1 milhão em sua defesa. A informação foi passada pelo advogado criminalista Roberto de Assis Nogueira, que por dois dias defendeu o ex-policial civil Marcos Antônio Aparecido, conhecido como Bola e Paulista.O advogado esteve na tarde desta terça-feira (13) no Departamento de Investigações da Polícia Civil (DI), onde entregou para os delegados que investigam o sumiço de Eliza Samudio, um documento que comprova que os cães apreendidos na casa de Marcos Antônio estão na Vigilância Sanitária de Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Nogueira não soube informar porque foi destituído do caso, mas ele disse que confia na inocência de seu ex-cliente. "Minhã opinião pessoal é que o Paulista é inocente". O advogado disse que tem convicção que seu cliente teve algum tipo de envolvimento com o grupo de extermínio formado por policiais do Grupo de Resposta Especial (GRE). Mas sobre as acusações da execução da ex-namorada de Bruno, Nogueira garantiu que ou ele está muito bem treinado ou ele é inocente.
O advogado também citou que as descrições de Neném feitas nos depoimentos do menor de 17 anos e de Sérgio Camelo - o homem que teria esquartejado Eliza Samudio era negro, magro, cabelo curto e barbudo -, não batem com a descrição de Bola, que é baixo e tem a pele clara. Nogueira preferiu não comentar o fato de o advogado Ércio Quaresma, que defende Bruno e outros quatro suspeitos, ter se oferecido para trabalhar de graça no caso. Os R$ 1 milhão para a defesa do Bruno estariam incluíndo os serviços de perícia solicitados por Quaresma.
Fonte Jornal Hoje em Dia
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