Mix Empresarial - 581 - 26/11 a 03/12/2009

Blackcars
Quem vem crescendo em conceito no mercado é a Blackcars, uma empresa especializada em transporte executivo, atendendo com alto nível de qualidade, pontualidade, conforto e segurança, utilizando veículos executivos, tais como Ford Fusion, Honda Civic e Fiat Linea, dentre outros, com motoristas treinados e uniformizados, para traslados para aeroportos, transportes de executivos e funcionários e City Tours. Funcionando 24 horas, a empresa atende pelos
telefones (31) 4102-4600 e
9202-1300 (plantão), ou pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Para conhecer mais detalhes sobre a empresa, basta a cessar o site www.blackcars.com.br


Aço mais caro
Nem bem a crise econômica arrefeceu, e a Usiminas já negocia uma alta de 12% com os clientes, mas, segundo Nelson Ferreira, conselheiro do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores - Sindipeças, algumas empresas já estão pagando mais caro pelo insumo, enquanto outras ainda negociam.
Sem confirmar ou negar o fato, o vice-presidente de negócios da Usiminas informou que a redução de negócios do aço que negocia, deve ficar entre 7,5% e 10%. Assim, caso a empresa repasse o aumento para cobrir esta defasagem, haverá uma alta de 8% nos custos das empresas de autopeças, o que provocará uma alta de 6 a 10% nos preços dos automóveis.
Em alta
Mesmo com a desvalorização do dólar, produtos típicos de fim de ano estão mais caros que em 2008, de acordo com o levantamento realizado pelo site Mercado Mineiro. O problema é que o comerciante leva em conta o dólar na época em que o produto foi adquirido, além do fato de não querer abrir mão de sua margem de lucro. A dica é retardar as compras ao máximo, o que forçaria uma baixa dos preços.
Inclusão
A classe média emergente teve um aumento real de 43% do salário mínimo e, somada à ampliação do programas de transferência de renda, este conjunto passou a desempenhar importante papel nos diversos setores econômicos. Tanto, que os economistas já classificam as classes C e D de 'classe média emergente'. São cerca de 20 milhões de pessoas que têm ido cada vez mais às compras, aproveitando os juros mais baixos e o crédito mais abundante, fazendo ampliar o potencial de consumo. A constatação veio durante a crise econômica, onde esta classe média emergente foi a que menos reduziu suas compras, passando a ser o principal alvo dos empresários do comércio, especialmente no alongamento das prestações. É a verdadeira inclusão econômica.
Sem crise
A crise econômica não atingiu o setor de alimentação - restaurantes, bares e lanchonetes. O fato foi constatado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes - Abrasel, acrescentando que a expectativa é de pelo menos manter o faturamento registrado no ano passado. Para o presidente da entidade, Paulo Salmucci Júnior, o setor aumentou seus preços em 8,79% nos últimos 12 meses, percentual inferior aos aplicados nas matérias-primas e insumos básicos. No Brasil, um milhão de empresas emprega seis milhões de pessoas e cerca de 72% dos empresários pretendem manter o número de empregados e 17% dizem que vão contratar em 2010.
 

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