O deputado estadual Durval Ângelo ultima os preparativos para o lançamento de seu mais recente livro, que acaba de "sair do forno" e recebeu o título "O direito de ter direitos: a mais valia dos desvalidos", que, além de retratar um pouco de sua experiência nos mais de 10 anos está à frente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas, Alemg, analisa e aprofunda diversos aspectos relacionados ao tema. O livro ainda traz artigos de vários autores, com reflexões na perspectiva de diferentes campos de conhecimento, com destaques para o teólogo Leonardo Boff, o advogado Virgílio de Mattos e o procurador de Justiça Afonso Henrique de Miranda Teixeira, dentre outros. Tendo como pano de fundo a questão social, do ponto de vista de que os direitos valem para todos, mas devem ser garantidos, acima de tudo, para os mais pobres."O direito de ter direitos: a mais valia dos desvalidos" pode se tornar referência para quem desejar se aprofundar no campo dos direitos humanos.
TemasDividido em quatro capítulos, a obra inicia com uma abordagem das políticas públicas em direitos humanos, na perspectiva de que é fundamental uma intervenção política e do poder público na garantia desses direitos para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, seguido pela discussão do trabalho da Comissão de Direitos Humanos da Alemg, na lógica da universalidade e pluralidade de direitos e no embate cotidiano com a visão distorcida que identifica os direitos humanos com a "defesa de bandido".
No terceiro capítulo, o livro trata da questão carcerária, sob o enfoque de que os direitos humanos devem valer para todos, inclusive os apenados. Faz, ainda, uma reflexão sobre formas de punição alternativas à prisão, a partir da constatação de que o sistema tradicional - o do cárcere - já demonstrou ineficiência em recuperar e atingiu um ponto de estrangulamento.
A última parte do livro trata das várias facetas da luta pelos direitos humanos, incluindo os aspectos históricos, os atuais desafios políticos, sociais e econômicos, sua interligação com a doutrina social da Igreja Católica, o crime de tortura e os avanços da legislação, e o papel da mídia na visão da sociedade.




