
Qual a melhor escola para seu filho?
Matricular os filhos numa escola é uma das decisões mais importantes que os pais tomam na vida. Cabe à escola, a um só tempo, transmitir conhecimentos, inspirar a escolha profissional e influenciar na moldagem do círculo de amizades. A escola interfere, também, na visão de mundo desse jovem e na forma como ele reagirá diante dos desafios da vida adulta.
Antes de tomar qualquer decisão, é imprescindível conhecer bem o local e as pessoas a quem se vai entregar a educação do filho. A localização ideal da escola, por praticidade, é que seja perto de casa, para evitar gastos com transporte, além de facilitar a convivência da criança com os colegas, moradores da mesma região. Outra possibilidade é a escola próxima do emprego de um dos pais.
É sempre bom lembrar: se não houver uma alternativa boa perto de casa, pode-se recorrer aos transportes escolares. Nesse caso, vale calcular o custo e o tempo que seu filho terá de ficar no trânsito.
Depois, é necessário conhecer de perto as escolas. É bom que o local seja amplo, limpo e arejado. Quanto menor a criança, mais importante esse item para a sua saúde. Outro aspecto básico é verificar o esquema de segurança na entrada, na hora do recreio e na saída dos alunos. Para isso, visite o local em horários diferentes. Observe como os alunos são tratados pelos funcionários e professores e como a direção da escola se relaciona com todos.
Também não costuma ser produtivo colocar o filho num colégio muito caro se os pais não conseguem pagar as chamadas atividades extracurriculares. A frustração, sobretudo para um adolescente, pode ser grande.
Professores
É preciso saber se a escola investe na formação do seu corpo docente, enviando profissionais para participar de cursos e congressos e acompanhando seu trabalho, por meio de reuniões individuais.
E como os alunos são avaliados? Quais os critérios? Saber se a avaliação do aluno, feita por notas (0 a 10) ou conceitos (A, B, C, D e E) leva em conta todas as produções da criança: provas, trabalhos em grupo, lições de casa, participação em aula. Com isso, é possível saber se a escola valoriza mais o conteúdo ou o processo de aprendizagem.
Motivação
O papel da escola é preparar para a vida, e não apenas transmitir conhecimentos. Lembre-se de que os benefícios propiciados pela instituição só serão percebidos muitos anos depois de o aluno deixar as carteiras escolares.

Estudantes se preparam para retornar às salas de aula
Fevereiro está aí e, com ele, o início do ano letivo. Alegria de alguns, que sentem saudades dos estudos, professores e amigos, e tristeza de outros, que se despedem da praia, dos filmes da sessão da tarde, dos passeios pelos shoppings e do clube. Para muitos, a segunda-feira já será a oportunidade para retomar a rotina dos estudos.
Embora muitos tenham ficado em casa, outros aproveitaram as férias para passear e descansar, como Ana Carolina Seminelli, de 14 anos, que inicia sua vida no Ensino Médio e que reuniu outras cinco colegas para aproveitar os últimos dias em encontros diários num shopping. "Nesta última semana ainda vou querer ir ao parque, cinema e quem sabe em um clube", disse, revelando que, para se readaptar ao horário da aula, já vem regulando o sono. "Estou dormindo mais cedo", disse, sorridente, lamentando o fim das férias.Férias mesmo
Quem não quis nem mesmo olhar para o material escolar durante as férias foi Jhenyfer Lorrany Teixeira, também de14 anos, afirmando que se preocupou apenas em descansar e se divertir bastante, sabendo que terá um ano pesado pela frente, embora se diga ansiosa para retornar à sala de aula, já que além de série, muda também de escola. "Estou querendo conhecer minha escola nova, meus novos amigos, professores e novas matérias", revelou Lorrany.
Ainda segundo a estudante, o que mais vai sentir saudades, das férias, é o famoso cochilo depois do almoço e ainda poder assistir televisão na parte da tarde. "Sempre estudei na parte da tarde, então aproveitava esse horário para tirar uma boa soneca, agora tudo vai mudar, pois vou estudar de manhã", colocou.
Expectativas
Quem se mostrou muito animada com o retorno à sala de aula foi Ludmila Maciel Rocha de Souza, de 17 anos, que concluiu o Ensino Médio no ano passado, e já quer se matricular em um cursinho pré-vestibular. "Quero continuar estudando; vou me preparar para isso, e estou com uma expectativa boa, porque agora é um mundo novo, cheio de conhecimento e informação", colocou a estudante.
Ludmila, que não viajou nas férias, disse ter se dedicado, nos últimos dias, a se preparar mentalmente para voltar a estudar, mas num ritmo totalmente diferente da escola normal. "O ritmo do cursinho já apresenta o que será na Universidade. Agora estou pronta para enfrentar este desafio e voltar às aulas", pontuou
Já sua amiga Thaís Alves, 14 anos, que inicia o Ensino Médio, disse que gosta tanto de estudar que nas férias se matriculou em um curso de informática para não ficar parada. "Eu não gosto de férias, gosto é de estudar por isso, sempre faço esses cursos de férias", completou Thaís, afirmando ainda que " estou preparadíssima e com vontade de voltar à sala de aula, pois vou reencontrar alguns amigos e conhecerei os novos professores e matérias novas".
Pais e alunos devem estar atentos aos seus direitos
No momento de voltar às aulas, é bom que os pais fiquem atentos, não apenas para a compra do material escolar, mas principalmente na defesa de seus direitos como consumidor. Por isso é importante prestar atenção nas dicas da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - PRO TESTE, para que os gastos com material, livros didáticos, uniformes e transporte escolar pesem menos no orçamento familiar. As sugestões se referem à qualidade, segurança, preço e condições de pagamento.
Uniforme e material
As escolas não podem obrigar os pais a comprar o uniforme no próprio estabelecimento de ensino ou ainda indicar uma única loja para a compra do uniforme, se o mercado em geral comercializar o produto. Além disso, a escola deve informar qual o modelo de uniforme utilizado, assim como os locais onde, o mesmo, pode ser adquirido. O fornecimento, exclusivamente pela escola, é considerado venda casada, o que é proibido por lei.
Os pais devem pesquisar os preços em diversos pontos de vendas, como papelarias, depósitos, lojas de departamentos, entre outros, atentos para o fato de que o material da "moda" ou o mais sofisticado, nem sempre é o de melhor qualidade ou de melhor preço, por isso é melhor não levar os filhos na hora da compra, para evitar "pressões".
Na impossibilidade de comprar cada item em estabelecimentos diferentes, a saída é pesquisar a lista como um todo. Antes de comprar, deve-se verificar quais os produtos do ano anterior, em bom estado, podem ser reaproveitados. Importante, ainda, ressaltar que a escola não pode exigir a aquisição de produtos de uma determinada marca ou local específico.
Normalmente, os livros didáticos custam mais do que todos os demais itens do material escolar. Portanto, é bom comparar preços em mais de uma livraria. Os pais também não são obrigados a comprar os livros na escola, nem na livraria indicada por ela, no caso dos livros poderem ser encontrados em vários estabelecimentos.

Rede pública Municipal traz como novidade o programa de acompanhamento Escolar Virtual
Na próxima terça-feira, dia 2, os mais de 80 mil estudantes da rede municipal de ensino dão a largada para o ano letivo de 2010, encontrando, os mais de 130 novos dirigentes nas escolas, e o início do Programa de Acompanhamento Escolar Virtual, a grande aposta da Prefeitura para inovar o ensino de Contagem, e através do qual os estudantes e seus familiares terão acesso às informações referentes ao desempenho escolar do aluno, possibilitando o acompanhamento de sua vida acadêmica de forma clara e objetiva, através do portal da Prefeitura, o www.contagem.mg.gov.br.
O retorno às escolas ainda será marcado por uma série de eventos por toda a cidade, especialmente criados para receber a comunidade escolar e celebrar os resultados obtidos pelos estudantes em 2009. E como ocorre todos os anos, a Prefeitura irá distribuir 75 mil kits escolares que, segundo o secretário municipal de Educação e Cultura, Lindomar Diamantino, "estimula e garante a permanência dos estudantes nas escolas, contribuindo para o seu desenvolvimento intelectual, melhorando sua auto-estima e desonerando os pais na compra de materiais escolares para os filhos".Ampliação
Outra aposta para a volta ás aulas é a implantação de um modelo de Gestão Educacional, visando ampliar a qualidade em educação, na gestão pública, e oferecer uma melhor formação aos professores e pedagogos da rede. "As consultorias irão ajudar as escolas a criar soluções para alguns problemas, enquanto os profissionais se preparam para se especializar através de uma pós-graduação, cujos resultados irão fornecer metas e informações, buscando alcançar os objetivos de Contagem de uma educação cada vez mais qualificada", colocou Lindomar.
Ainda de acordo com o secretário, eleita como uma das prioridades pela atual administração, a Educação Infantil garante, a partir deste ano, o atendimento a cinco mil crianças de zero a cinco anos, com a construção de mais cinco Centros Municipais de Educação Infantil - Cemeis, contemplando os bairros Laguna, Ipê Amarelo, Arvoredo, Oitis e Sapucaias.
Estes novos centros terão a estrutura dos que já foram construídos, contando com berçário, seis salas de atividades, fraldário, lactário, refeitório, rouparia, sala multiuso com livros, brinquedos, TV, som, fantasias, pátio com playground colorido e espaço lúdico, com o detalhe de que todos são projetados dentro dos padrões de acessibilidade, para receber crianças portadoras de deficiência.
No que se refere ao Ensino Fundamental, a oferta de vagas também será ampliada este ano, com a construção de uma escola no bairro Perobas, com investimentos que ultrapassam a quantia de R$ 2 milhões e poderá receber 1.200 estudantes, suprindo a necessidade e realizando um antigo sonho daquela comunidade que, por questões políticas, no passado, foi preterida neste segmento.
E para dar mais conforto a alunos, servidores e professores, durante as férias escolares a Prefeitura reformou 20 escolas, sendo que em algumas as obras estão sendo concluídas, tornando o espaço escolar mais agradável e propício ao desenvolvimento das atividades pedagógicas. Além disto, a Rede Municipal de Ensino também conta com o atendimento em horário integral, com os alunos participando de oficinas pedagógicas no chamado contra-turno.
Números
A inovadora proposta pedagógica apresentada por Contagem, garante ao município números expressivos nos índices divulgados pelo Ministério da Educação - MEC, e confirmados pelos estudos da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, que colocam a cidade entre as de melhor aproveitamento escolar de todo o país, estando à frente de todas as representações das esferas nacional, estadual e municipal.
Isto é o que demonstra o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB, que revela que em 2007, nos anos finais, Contagem se destaca com a nota 4,3, o que significa a superação da meta traçada para ser alcançada até 2011 - ano do centenário e emancipação político-administrativa do Município - que seria de 4,1. "Esses números representam nosso esforço e demonstra que estamos no caminho certo, mas queremos continuar progredir e melhorar sempre", colocou Diamantino.
Para quem retorna as atividades escolares, sejam os servidores da Educação quanto os alunos, o secretário, além da tradicional "boas vindas", afirmou que a cidade se mostra esperançosa de que "juntos, gestores públicos, educadores e comunidade, atingiam neste ano sucesso em nossas atividades com muito trabalho e determinação, para que Contagem possa continuar a crescer na construção de cidadania".
Programação
O primeiro evento de volta às aulas está marcado para sábado, dia 6, a partir das 9 horas, com uma Rua de Lazer na Praça da Glória, no Eldorado e de uma Exposição de Trabalhos da Educação, na Praça Iria Diniz.
No outro final de semana, mais precisamente no sábado, dia 20, a Rua de Lazer será na região da Ressaca, no mesmo horário, enquanto que no dia 27, será a vez da diversão chegar aos bairros Perobas e Riacho.


Informática: porta para o mercado de trabalho
O acelerado desenvolvimento tecnológico tem provocado, na mesma velocidade, alterações no mundo contemporâneo, afetando diretamente na forma de aprendizagem. E grande parte desta evolução pode ser creditada ao surgimento da internet, que alterou, de forma significativa, a maneira como são obtidas as informações e os novos conhecimentos, surgindo daí a chamada "Sociedade da Informação", ou ainda "Comunidade Virtual".Atualmente, pesquisas sobre praticamente todos os temas podem ser feitas em qualquer parte do planeta, apenas tendo um computador conectado à Rede, o que passou a exigir um novo homem que possua novas capacidades para lidar com o conhecimento, capaz de se adaptar rapidamente às mudanças, pois, a cada momento, as transformações são mais rápidas e profundas. Por isso, fazer um curso de Informática se tornou essencial para que o aluno conheça e absorva as novas tecnologias, estando afinada com o mercado de trabalho.
Aperfeiçoamento
Atualmente, dominar a digitação, o pacote Office e os principais editores de imagem e programas de design é fundamental para aumentar as oportunidades profissionais. As pessoas estão buscando cursos de informática para complementar o currículo, mas todos precisam dominá-la para conseguir um novo emprego ou crescer dentro de uma empresa. Além disso, é preciso estar sempre se atualizando;
Quem segue o conselho, fica sempre antenado para agregar valor ao currículo. A informática é um importante diferencial e uma fonte de informação e de renda. "Eu fiz o curso, pois ele é muito importante nos dias de hoje, e acabei montando minha própria escola. Hoje, ensino outros estudantes a se inserirem no mundo digital", revelou Joana, afirmando ainda que nos dia de hoje "tudo gira em torno da informática. Não tem como fugir e, por isso, não só os jovens devem dominar o computador, o mesmo deve acontecer com os adultos e até mesmo as pessoas da terceira idade", aconselha.
Cursinho: escolha é importante para o sucesso
De olho no vestibular, janeiro é o mês no qual os estudantes iniciam a procura pelos cursinhos pré-vestibulares, buscando aumentar as chances de aprovação na maratona de provas que acontecem no primeiro e no segundo semestres. Mas é importante estarem atentos quanto à qualidade das escolas onde pretendem investir tempo e dinheiro, para que não fiquem no prejuízo tanto emocional quanto material.
O ideal é não se precipitar e fazer a matricular no primeiro cursinho que encontrar pela frente. É importante ter cuidado ao escolher o pré-vestibular, uma vez que é um alto investimento e uma aposta em ser bem preparado para enfrentar as provas. É uma questão de segurança, aí vista em todos os seus aspectos, desde a física, até a de ensino, para que possa ter a tranqüilidade necessária para se dedicar aos estudos.
Pode-se entender por segurança, questões como o local de funcionamento, a seleção e a disciplina dos alunos, o que pode ajudar ou dificultar o estudo em sala de aula, a qualidade de ensino, que é refletida nos índices de aprovação, e na referência oferecida pela instituição quanto à sua atuação no mercado, juntamente com o índice de satisfação daqueles que por ela passaram.


Pais usam criatividade na compra do material escolar
Todos os anos, entre dezembro e janeiro, além da matrícula, os pais precisam afiar o lápis, verificar a carga da caneta e colocar pilhas novas nas calculadoras, para poder enfrentar a maratona da compra do material escolar, de forma que caiba no já apertado orçamento familiar, fora o fato de exercitar a paciência para enfrentar lojas lotadas e as longas filas nos caixas, depois de muito andar e pesquisar.
Para ajudar a reduzir o trabalho dos pais, o Folha de Contagem visitou algumas papelarias, e pesquisou o preço de alguns itens que mais constam nas listas escolares, encontrando diferenças significativas, como o apontador simples, encontrado de R$ 0,30 até R$ 1,00; a régua de 30cm, com preço variando de R$ 0,30 a R$ 1,50; e o caderno espiral de 96 folhas apresentou o preço mais barato de R$ 2,19 e o mais caro de R$ 3,49.
Pesquisar sempreLevantamento mais amplo fez o site de pesquisa Mercado Mineiro, entre 28 de dezembro de 2009 e 8 de janeiro deste ano, em 11 papelarias de Belo Horizonte, publicando, em seu portal, o www.mercadomineiro.com.br , onde pode ser conferido, por exemplo, que a cola branca de 40 g mais barata custa R$ 0,31 e a mais cara R$ 0,71; já o caderno de 96 folhas espiral genérico sai a R$ 2,69 o mais barato, enquanto o mais caro é R$ 5,00.
Com estas e outras informações e a lista na mão, a administradora de empresas, Tânia Cristina, de 30 anos, segue o conselho de pesquisar os preços em vários locais distintos, decidindo que o mais viável seria comprar um pouco em cada lugar. "Comprei um caderno aqui, o apontador ali e assim foi, sempre a procura do preço mais baixo, mas também procurando um produto de qualidade", disse Tânia.
Apesar de ter acabado de chegar das férias, ela não perdeu tempo e foi logo às compras do material da escola de seu filho de oito anos, alertando as pessoas que deixaram para comprar o material escolar em cima da hora da volta às aulas, já que todo o ano vive a mesma loucura de procurar unir preço e qualidade na semana que antecede o início das aulas: "Para quem não viaja, aconselho pesquisar com muita calma", orienta Tânia.
ComprasNa realidade, o grande desafio é encaixar a lista de material escolar no orçamento familiar. A autônoma Silvia Silva Santos, 33 anos, sabe muito bem como administrar as compras para não extrapolar no orçamento. Felizmente, para ela, este ano, a lista escolar dos três filhos veio mais simples, sem muito pedido desnecessário, o que vai ajudar bastante, aliado a uma tática que usa no momento das compras: "Para não gastar muito, eu não venho com meus filhos, porque eles querem geralmente os produtos que estão na moda, e que são mais caros", explicou Silvia.
Já o mecânico, Dinalvo Soares, 40 anos, a forma de economizar na lista da escola é conversar bastante com a filha de 12 anos, para não comprar material que sobrou do ano anterior. "Com o reaproveitamento do material escolar do ano que passou a gente sempre economiza. E isso é bom, porque milha filha cuida melhor do seu material durante todo ano", disse Dinalvo.
Para incentivar este comportamento, como uma espécie de premiação, o mecânico sempre libera dois itens da lisa para que a filha escolha a seu gosto, mas com um limite de valor. "Vejo que quando libero para ela escolher ela fica super contente. Mas estipulo que os dois itens têm que custar, juntos, no máximo R$ 70,00", revelou.
Material com estampa de personagens pode sair mais caroApesar de serem personagens veteranos, o homem-aranha e a boneca Barbie continuam povoando o imaginário infantil, levando os pais quase à loucura, neste período de compra do material escolar. Ea cada ano novos personagens surge, engrossando a lista da preferência da gurizada, fazendo o custo das listas atingirem valores estratosféricos.
Por isso, especialistas recomendam, que os pais devem se afastar destes verdadeiros ícones pós-modernos, que são líderes na preferência de compra no mercado de marcas infantis, que movimenta por ano cerca de R$ 50 bilhões, só no Brasil, sendo que o material didático é o segundo item em volume de licenciamentos no País - entre as crianças, só perde para roupas - movimentando, no varejo, algo em torno de R$ 3,2 bilhões.
Custos
Segundo a Associação Brasileira de Licenciamento - Abral, a maioria dos produtos de material escolar - como cadernos, canetas e mochilas - são produzidos por desenhistas brasileiros, seguindo instruções da empresa que criou a marca e que os contratos de licenciamento prevêem um porcentual pago em cima da comercialização do produto, que varia de 10% a 30 % sobre a venda presumida.
Desta forma, como os pais, na maioria das vezes decidem que material os filhos irão utilizar, é bom estarem atentos para o fato de que quanto mais famoso o personagem estampado, mais caro fica o produto, que certamente tem similares no mercado, com a mesma qualidade, do mesmo fabricante, e muito mais em conta. É sempre bom lembrar que economizar é sempre um sinal de prudência e sabedoria.

Cuidados na hora de escolher o transporte escolar de seu filho
A segurança das crianças deve ser o foco principal dos pais ao escolherem a empresa que levará seus filhos ao colégio durante o ano letivo. Seja qual for o veículo, é importante verificar os itens de segurança antes de assinar o contrato. Vale gastar um pouco mais de tempo para pesquisar além de preços, a situação do motorista e do veículo junto à Transcon e observar se o veiculo tem cintos de segurança em boas condições e suficientes para o número de passageiros transportados. A presença do tacógrafo - aparelho que registra e limita a velocidade -também é um bom indicativo e, de acordo com a Transcon, a cada seis meses os transportadores devem enviar o disco de papel do aparelho ao Detran, que irá avaliar a atuação do motorista durante este período, inclusive para verificar se a licença será ou não renovada.
Mas, os pais também devem instruir as crianças sobre como se portar dentro do veículo. Ensinando as pequeos a ficarem sentados durante o trajeto, afivelar sempre o cinto de segurança, descer do veículo somente quando este estiver totalmente parado, não conversar com o motorista enquanto ele dirige e principalmente, incentive-o a falar diariamente sobre tudo o que acontece durante o percurso. As crianças podem ajudar os pais a saber se o motorista anda sendo imprudente.
É importante, também, avaliar o veículo, observando detalhes que podem fazer a diferença como o estado dos pneus e da lataria. Tomadas as devidas precauções, certamente os pais terão garantido sua tranqüilidade e o bem-estar das crianças e adolescentes no ir e vir diário, que cada vez mais utilizam este meio de transporte. E na dúvida sobre o veículo ou o motorista, é só ligar para a Transcon, pelo telefone (31) 3363-5567, para verificar se ambos estão ou não dentro das normas.
Educação: um bem que não tem preço
Tudo na vida tem seu preço. Alguns possuem valores monetários, como uma grande fazenda ou de um lindo anel de diamantes. Para outros, por sua vez, não há dinheiro que pague a saúde, a vida e uma boa educação.
No caso de um estudante, as coisas não são diferentes, pois ele está seguindo "passo a passo" as dicas, orientações e métodos para adquirir uma excelente educação, que não tem preço.
Esta educação não poderá ser implantada no seu cérebro, nem mesmo pendurá-la no seu pescoço. Não! Somente poderá adquirí-la, se pagar o alto preço da dedicação sem limites; da honestidade, principalmente, consigo mesmo; do domínio próprio, que proporcionará o equilíbrio, da motivação reservada para as horas difíceis; da perseverança, quando tudo dá errado e, finalmente, do amor, que dará o "tempero" exato e verdadeira razão de ser e viver.
Existem, contudo, alguns alunos que não compreendem ou não estão dispostos a pagar o preço real e procuram comprar a glória do saber em "liquidações" e, ainda, muitas vezes, consegui-la de maneira ilegal - colando. Tais pessoas não passam de "nuvens vazias" que o vento e as provações da vida logo as dissipam.
Busque o saber e pague o preço devido, pois é bem melhor ser um Aluno Nota Dez e sábio, do que um pateta formado, com o diploma na mão, sem nada a oferecer.





